sexta-feira, 1 de junho de 2012

Culto PopRock - Carisma

Olá velhinhos!


Nesse post vou comentar sobre o culto que ocorreu no último domingo na Comunidade Carisma - igreja da qual faço parte, onde o tema deste mês foi Pop Rock!


Desde março deste ano, o Ministério de Música no último domingo de cada mês tem preparado um tema especial para os cultos, como Piano e Voz, Jazz/Blues e agora foi a vez do Pop-Rock - na verdade mais Rock do que Pop rsrsr!

O evento teve uma preparação rápida (3 semanas, no total), porém os ensaios foram bastante intensos - principalmente pelo fato de termos muitas versões e músicas novas. Quase todas sem as habituais partituras que o maestro Lucas Marcelino faz para nos auxiliar nas músicas dos cultos.

O repertório foi:
  • Chorus for Isadora - Leandro Almeida
  • Este é o dia - Lincoln Brewster
  • O Teu nome exaltarei - Lincoln Brewster
  • Bradar - Ricardo Sanchez
  • Encontrei Salvação - Lincoln Brewster
  • Senhor Tu es Bom - Lincoln Brewster
  • Love the Lord - Lincoln Brewster
Registro aqui meus agradecimentos àqueles que se desdobraram nos ensaios para fazer deste culto um tempo de adoração e diversão: Bruno Nevio, Silas dos Anjos, Paulo Calmon, Rodrigo Bachesque, Murilo Leme, Abraão Gomes, Thati Marcelino, as meninas do back - Miriam, Neia, Lucimara e Kell, ao Gernando e Anésio pela oportunidade e confiança e principalmente á minha esposa Fernanda Almeida, que me ajudou em tudo.








Segue o vídeo do culto da noite:



That's all folks, let's "Rock for Jesus"!
[ ]'s

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Oficina de Timbres - Pedal Rocket Fish

Olá velhinhos!




Vou compartilhar com vocês neste post uma dificuldade que eu tinha desde que me separei do mundo das pedaleiras, e que resolvi de forma barata e funcional: O controle de volumes para solos e bases.
Nas pedaleiras, em especial na POD HD 500-300 é muito simples de se criar patches para solos e bases, ou então controlar o volume pelo Foot Volume. Isto me levou á um vício muito ruim que é o de sempre tocar com o pé em cima da pedaleira.
E isto é péssimo por vários motivos. Primeiro porque depois de alguns dias fazendo isso percebi que sempre sentia um pouco de dor na perna que ficava apoiada no chão...rsrs...
Outra coisa ruim é que eu ficava muito preocupado em ajustar o volume na posição ideal - no início e fim de solo, e isso acabava atrapalhando um pouco a performance, fora o swell indesejado que acabava sempre acontecendo - ou seja, os solos nunca começavam com aquele Punch, a menos que eu fizesse um patch só para isso - o que em partes é um desperdício.


Bom, já deu prá perceber que simplesmente não adiantaria eu comprar um pedal de volume (tipo expressão) para o meu set que isso só me remeteria ao problema antigo que tinha com as pedaleiras.
Mas não havia outra opção até eu ir na Teodoro Sampaio e me deparar com um Pedal Atenuador Passivo. Bingo! Era isso que eu queria e não sabia!
Bastaria colocá-lo no final da cadeia, após o estágio de pré do amplificador (pois uso os drives do Acedo AA290) pelo loop de efeitos que estaria tudo resolvido.
O pedal que faz isso é o Nano Signal Pad, da Electro Harmonix -que sai por cerca de R$ 280 nas lojas da Teodoro (achei usado por R$ 180,00).
Mas aí pensei... não deve ser difícil de fazer um desses... Já que estava lá, decidi comprar os componentes e fabricar por conta própria... e, adorei o resultado!


Segue a relação de componentes que precisei:

Preparativos

- Potenciômetro logarítmico de 50K - R$ 15,00
- Chave 3DPT (True bypass) - R$ 27,00
- Led e suporte - R$ 8,00
- Resistor (não me lembro qual) - R$ 0,99
- 60cm de fio de cobre (fininho) - R$ 2,00
- Plugue de tomada 9 volts - R$ 11,00
- 2 Jacks para os cabos P10 - R$ 7,00;
- Borracha de acabamento - R$ 7,00
- 6 Parafusos pequenos com porca - R$ 1,50;
- 3 abraçadeiras pequenas em L - R$ 0,50;
- Ah, e claro, uma lata de Sardinha (rsrsrsrs) - R$ 2,50
- Total: R$ 82,49


As ferramentas utilizadas:
Crianças, não façam
isto em casa!
  • Martelo;
  • Furadeira;
  • Chaves de fenda pequena e média;
  • Solda e ferro de solda, para toda a ligação dos componentes;
  • Estilete, para cortar a borracha do fundo;
  • Formão, para melhorar os furos da carcaça;
  • Alicate;











Mão na massa
A parte mais difícil foi acertar a ligação da chave 3DPT, que tem 9 pinos de conexão. Depois disso, foi só  fazer os furos e as soldas com cuidado e caprichar no acabamento.

Resultado final
Neste final de semana testei o pedal nos dois cultos na Carisma, e funcionou muito bem!
O pedal ficou ligado o tempo todo. Deixei atenuando sempre 30% do som. E quando precisei de volume total nos solos ou destaques, eu o desligei. Os solos apareceram de verdade! :DDD


Pedalboard atual
Quanto ao som, tinha o receio de perder qualidade, brilho ou qualquer pedacinho do meu timbre que tanto amo: mas não perdi NADA! Com o potenciômetro no máximo, o volume é exatamente o mesmo!

Fiz dezenas de testes, prá ter certeza da qualidade, e não me arrependi.
Pedais handmades, assim como guitarras e amplificadores de luthier, se feitos com cuidado e profissionalismo, não perdem em nada para um feito em uma fábrica. Em alguns casos - como do engenheiro Paulo Acedo, acredito que podem ficar melhores que muitos equipamentos famosos.


O nome desse pedal? Foi fácil - Rocket Fish!
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terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Oficina de Timbres - Acedo AA 290


Olá PessoALL,
Acedo Audio - AA 290

É com muito prazer que anuncio meu novo setup de guitarra, totalmente analógico!

Depois de vender as pedaleiras e simuladores que me acompanharam por mais de 3 anos, finalmente me rendi aos prazeres dos ouvidos e decidi comprar um amplificador valvulado.

A escolha não foi nem um pouco fácil, mas levei principalmente em consideração o fato de que a potência adequada para os lugares onde toco não deveria ser muito grande, pois geralmente o amplificador é microfonado. Nessa, já descartei os modelos que mais gostaria (Marshall, é claro!) e comecei a buscar outras alternativas.


Me deparei então com os fabricantes de réplicas de modelos famosos e algumas marcas nacionais, dentre elas, a Acedo Audio, com um modelo (AA 290) realmente muito atraente - tanto pela potência, recursos quanto pelo preço. Outros fatores decisivos foram os timbres que ouvi pela internet, a excelente reputação do Paulo Acedo - fundador da marca - e principalmente pelo atendimento diferenciado. Conversar com quem realmente entende do assunto me fez decidir pela marca e pelo produto. E acertei em cheio!


Painel do AA290
Depois de cerca de 55 dias meu amplificador ficou pronto e pude perceber o que as válvulas poderiam fazer na alma de um guitarrista mortal.

O som é simplesmente maravilhoso. A potência, que no começo era o meu receio (só 20W) na verdade parece mais do que eu precisava - e olha que a igreja onde toco é muito grande (cerca de 2000 pessoas por culto)!!!

O ampli é muito versátil, e vai bem no Blues com o canal Clean e no Crunch.


No canal High Gain dá para explorar bastante as bases e rifs e solos com os sons bem definidos que ele proporciona, mas para ficar legal mesmo é bom usar um boost limpo para dar aquela saturada típica de Hard Rock dos anos 80.
Para um rock mais moderno, usar um Overdrive em qualquer dos canais é suficiente para atender a qualquer gosto. Enfim, esse ampli não deixa nenhum roqueiro na mão!

Fiz alguns vídeos para mostrar o AA 290 em ação.
Aqui vão:


Canal Clean
- Sem efeitos:


Canal Crunch
- Delay Echo Park da Line 6
- Fuzz Universe - clean boost, da Majik Box, nos tappings
- Boost de médios  do próprio ampli, nos acordes cheios
- Canal Crunch


Canal High Gain
- Delay Echo Park da Line 6
- Fuzz Universe - clean boost, da Majik Box
- Fuzz Universe - overdrive, da Majik Box
- Boost de médios  do próprio ampli, nos acordes cheios
- Canal High Gain


E abaixo mostro meu novo set - ainda pequeno - mas bem funcional para as situações que necessito no dia-a-dia, e é composto pelos seguintes pedais:
  • TC Eletronics PolyTune
  • Ibanez Airplane Flanger AF2 - Paul Gilbert
  • Majik Box Fuzz Universe - Paul Gilbert (nem curto o som do cara rsrsrs)
  • Line 6 Echo Park
Meu pedalboard - só falta o Crybaby Classic

As guitarras continuam as mesmas:
  • Ibanez RG 570 Japonesa (DiMarzio Tone Zone / Paf Pro)
  • ARS Custom Fireman FR100 TR (DiMarzio Virtual Vintage Area 67, Area 67 e Injector Bridge)
Também quero mandar um abraço ao Paulo Acedo e parabenizá-lo pelo primor de trabalho que foi este amplificador. Muito obrigado!

É isso aí pessoal, espero que curtam esse material e ajude a divulgar estas excelentes marcas de fabricantes nacionais que merecem muito do nosso respeito e reconhecimento.

Flw!

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Oficina de Timbres - Patches Paul Gilbert

Olá PessoALL,

Neste post vou publicar meus últimos patches da POD HD500, depois de tocar com ela por quase 1 ano.


Confesso que estou um pouco triste pela venda, pois esta pedaleira é um excelente equipamento - recomendo á todos.

Bom, resolvi compartilhar os últimos patches que criei, baseados nos timbres do Paul Gilbert, de seu último CD - o Fuzz Universe.

Os timbres possuem sample, mas eu não percebi que o som estava clipando, então a qualidade ficou comprometida. Mas dá prá perceber um pouco de como ficou.

Vamos lá:



Crunch:
Este timbre é uma combinação alternada da saturação leve do Marshall JCM 800 com o Tube Overdrive, Red Comp, Flanger e Delay/Reverb.
Sample
Download


Overdrive:
Este patch explora o drive forte do Marshall JCM 800, com a coloração do Tube Overdrive e o efeito matador do flanger de Paul Gilbert, o Airplane Flanger (AF2), Wah-Wah Fassel.


Lead / Solo:
Este patch é bem parecido com o anterior, porém com muito mais sustain (e saturação), delay - analógico sempre - em uma regulagem para não embolar, com o Airplane Flanger (AF2) para apimentar. Wah-Wah Fassel e Whammy.


É isso aí pessoal, espero que gostem.
Abs!

domingo, 13 de novembro de 2011

Música Olympic - Paul Gilbert

Olá Guitarristas de plantão!

Hoje estou postando um vídeo que fiz da música Olympic do meu ídolo da guitarra - Paul Gilbert.
Esta música está no último disco dele, o Fuzz Universe e eu curti tanto que resolvi aprender a bichinha... :D

Como não consegui achar nada na internet a respeito dela (nem tablaturas nem cifras), tive que tirar de ouvido, mas contei com a ajuda de um programinha para Mac chamado Capo, que reduz a velocidade da música sem alterar seu tom. No Windows o Media Player tem um recurso semelhante. Isso ajuda prá caramba!

Tirando alguns erros de execução e de sincronia (já falo sobre isso), fiquei muito feliz com o resultado, até por se tratar de uma música cheia de desafios e várias técnicas diferentes como ligados, arpegios, tappings e muita fritadeira!
Espero que curtam e se aprofundem em conhecer este gênio da guitarra moderna chamado Paul Gilbert!



Sobre a gravação
Para a gravação usei a saída USB da POD HD500 e o software Garage Band, que é bem simples. Coloquei o mp3 da música em uma trilha e coloquei a guitarra para gravar em outra.
O vídeo eu fiz com uma câmera doméstica da Sony, depois juntei tudo no software iMovie, do Mac, sem muitas frescuras, prá não complicar.

Na POD, usei uma simulação de Marshall com bastante ganho, sendo empurrado por um compressor (Red Comp) e depois por um Overdrive Valvulado (Tube Drive), além de um pouco de Noise Gate.
Para o delay, usei uma dica que aprendi com meu amigo Claiton Galvão, usar o Analog Delay com as seguintes configurações: Level 40%, High 35% e Low 60%. Isto faz o delay aparecer mas sem embolar.


Despedida...
Este foi o último vídeo que fiz com a POD HD 500, pois já a vendi. Nesta segunda (14/11) envio para um guitarrista da Bahia que a comprou pelo Mercado Livre.

O motivo da venda é simples: acabei cedendo aos anseios de um coração apaixonado pelos timbres vintage, ainda que abrindo mão da versatilidade e praticidade que a POD HD500 me traz. Por isso, encomendei um amplificador valvulado com o Acedo (acedoaudio.com.br) e minha proposta para drives e efeitos mudou junto - estou partindo para um set de pedais analógicos.

Lembro que como pedaleira não conheci nenhuma outra com uma qualidade tão grande quanto a POD HD 500 e por isso a recomendaria para todos que me perguntassem. Mas o tempo passa e nossos gostos e preferências vão mudando com o tempo. E o tempo de mudar chegou para mim. Na verdade, estou voltando às origens, já que sempre usei pedaizinhos separados e só há 3 anos comecei com as pedaleiras.

Naquela velha máxima, eu também continuo em busca do timbre perfeito, até que eu acho outro rsrsrs.
Espero que curtam este trabalho.


Valew pessoall!